Seis estágios. Três artefatos obrigatórios. Zero fornecedor cativo.
O modelo HUB existe para resolver o problema estrutural do mercado: quem indica o fornecedor é a mesma figura que ganha com a indicação. Aqui, a receita vem do contrato — não da operação.
Da demanda à auditoria, com artefato em cada estágio.
Cada etapa entrega um documento ou registro fiscalizável. Se algum artefato não existe, o estágio não está concluído — e o conselho vê isso no painel.
Diagnóstico técnico
Inventário documental, financeiro e predial. Mapeamento de contratos vigentes, vencimentos e passivos ocultos.
Curadoria e cotação
Três propostas comparáveis para todo escopo acima do limite acordado. Critério de seleção objetivo e documentado.
Estruturação contratual
Contrato HUB padrão com SLA mensurável, multa por descumprimento e cláusula de fiscalização livre pelo conselho.
Execução governada
Ordem de serviço com evidência fotográfica, ronda configurável e canal direto entre operação e conselho.
Fiscalização documental
Cada nota fiscal validada contra contrato. Cada lançamento financeiro com origem e aprovação rastreáveis.
Melhoria contínua
Revisão trimestral de SLA, fornecedores e centros de custo. Pipeline de redução de custo com ROI documentado.
O modelo HUB vs. o que existe hoje.
| Dimensão | Administradora tradicional | Síndico orgânico | Modelo HUB |
|---|---|---|---|
| Quem decide o fornecedor | Administradora | Síndico orgânico (vínculo pessoal) | Conselho, com 3 propostas comparáveis |
| Conflito de interesse | Cobra taxa do fornecedor | Indica conhecidos | Receita só vem do contrato HUB |
| Trilha de auditoria | Planilha mensal opaca | Caderneta / WhatsApp | Por lançamento, com NF anexa |
| Substituição do operador | Troca administradora inteira | Cai com o síndico | Operador trocável sem impacto contratual |
| SLA | Não previsto | Não medido | Contratual + multa por descumprimento |
| Reporte ao conselho | Balancete genérico | Ata anual | Painel mensal + parecer técnico |
"Quem fiscaliza não pode ser pago por quem é fiscalizado."
A RB HUB não recebe comissão de fornecedor, não tem operação coligada obrigatória e não vende cesta cativa. Nossa receita vem exclusivamente do contrato com o cliente final — o que torna trocar de fornecedor uma decisão técnica, não política.